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Para o coordenador Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), André Sartori, o enchimento do lago da Usina Hidrelétrica de Barra Grande será o maior desastre ambiental da última década no país. Não é para menos, a construção na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina alagará seis mil hectares de Mata Atlântica bem conservada destruirá alguns dos últimos remanescente de florestas de araucárias e riscará em definitivo do mapa a espécie endêmica de bromélia Dyckia distachia. De quebra cerca de 2.500 famílias de pequenos e médios agricultores terão que abandonar suas terras. Tudo isso e ainda existem fortes indícios de que a obra tenha sido construída com base num estudo de impacto ambiental forjado.
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O G8 – grupo formado pelos sete paises mais ricos do mundo e a Rússia – reconheceu nesta sexta-feira (7) que o aquecimento global representa um "desafio a longo prazo" para o planeta. Apesar do reconhecimento do problema, a declaração conjunta divulgada após a cúpula do grupo acontecida semana passada em Gleneagles, Escócia, não estabelece compromissos e metas claras de redução das emissões dos chamados gases-estufa, responsáveis pelo aumento das temperaturas, para os países industrializados. Representantes dos movimentos ambientais criticaram o documento, classificando-o como muito genérico.
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A preocupação cada vez maior dos investidores em unir bons retornos com sustentabilidade e responsabilidade social está mexendo com o setor de fundos de investimentos, empresas e com a própria Bovespa.
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O governo do Estado vai demarcar as terras de 13 etnias indígenas instaladas às proximidades dos municípios de Santarém, Aveiro e Belterra, no oeste paraense. A providência servirá para coibir a ação de madeireiros que costumam invadir essas áreas. O anúncio foi feito na segunda-feira (4) pelo governador Simão Jatene em audiência com lideranças indígenas, no Palácio dos Despachos. Os índios denunciaram que estão sendo ameaçados de morte pelos madeireiros.
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