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Desenvolvimento Sustentável
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O decreto presidencial de 28 de março que homologou a demarcação administrativa da reserva Ñande Ru Marangatu, no município de Antonio João (MS), destinada ao grupo indígena Guarani-Kaiowá, foi suspenso pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Nelson Jobim. A decisão foi obtida por meio de mandado de segurança, impetrado pelo pecuarista Pio Silva e mais 15 pessoas, todos proprietários das terras desapropriadas.
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O uso da soja transgênica para a produção de biodiesel poderia ser uma saída para a polêmica sobre o uso no Brasil da oleaginosa geneticamente modificada, indicou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (28).
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Austrália e Estados Unidos negociaram, em sigilo, um novo acordo internacional sobre as emissões de gás causadores do efeito estufa, para substituir o Protocolo de Kyoto, que os dois países se negam a assinar, anunciou nesta quarta-feira o ministro australiano do Meio Ambiente, Ian Campbell.
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São Paulo pode dar uma grande contribuição para ajudar nas ações visando à mitigação dos efeitos das mudanças climáticas globais, disse nesta terça-feira (26), o governador Geraldo Alckmin, lembrando que o "estado é o maior produtor mundial de álcool combustível, que é uma fonte de energia renovável, e 54% da frota já é ‘flexfuel' [bicombustível]". Ele também recordou que recentemente o Governo paulista obteve do Banco Mundial, a quantia de US$ 7,7 milhões que permitirá o plantio de 1 milhão de hectares de matas ciliares em todo o estado.
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Estreou nesta terça-feira (26) TV Indígena, no canal 21, da emissora por assinatura Mais TV. O programa, produzido por índios, resulta de uma parceria da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, da Fundação Raoni e da ONG União Planetária.
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O Brasil participou semana passada da primeira consulta na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a proibição à entrada de pneus usados europeus para remoldagem no mercado nacional. Durante reunião em Genebra, Suíça, representantes dos ministérios do Meio Ambiente, das Relações Exteriores, da Saúde, do Ibama e do Inmetro explicaram aos europeus os motivos ambientais, legais, econômicos e de saúde para a proibição.
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