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Desenvolvimento Sustentável
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A Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2005 do IBGE foi premiada pelo Programa Habitat das Nações Unidas pelo acompanhamento que o estudo proporciona sobre a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio nas cidades brasileiras.
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Se desse para resumir o que quer o brasileiro em poucas palavras, é possível dizer que ele deseja, fundamentalmente, interferir no seu próprio destino. Os instrumentos tradicionais da democracia representativa não deram aos cidadãos poder para transformar a cara do país, que continua pobre, injusto socialmente, pouco letrado e pouco ético.
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Leia a carta dos 50 brasileiros que participaram do evento DNA Brasil Real, em agosto de 2005.
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O acordo, anunciado nesta quinta-feira (28) por um grupo de seis países liderado pelos Estados Unidos, para o desenvolvimento de novas tecnologias que visem reduzir as emissões de gases-estufa está sendo duramente criticado por organizações ambientalistas internacionais. Eles denunciam pacto como uma nova estratégia dos opositores do Protocolo de Kyoto para faze-lo fracassar.
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Além de cobrar atualmente R$ 0,88 por quilo de semente transgênica, a título de royalty, a Monsanto pretende instituir uma taxa adicional por saca de grão produzida com sementes geneticamente modificadas. Com esse acréscimo, a cobrança aos produtores poderia chegar a R$ 1,20 por saca. A advertência partiu do presidente da Comissão de Grãos da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Macel Felix Caixeta, que adiantou que a entidade não está de acordo com mais essa cobrança. Segundo Caixeta, o plano da Monsanto é semelhante ao adotado com os produtores do sul do país, que na safra passada pagaram R$ 0,60 por saca produzida com sementes transgênicas.
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Apenas um dia depois do anúncio de que Estados Unidos, Austrália, Japão, China, Índia e Coréia do Sul estavam fechando um acordo para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à redução da emissão dos gases-estufa – o conjunto de poluentes responsáveis pelo aquecimento global, o mais notório dos quais é CO2 – a União Européia volta à cena na tentativa de articular um novo acordo internacional que preveja metas e obrigações claras para os cortes.
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