Em janeiro deste ano, quando Luis Dávila Ortega, de 22 anos, diretor-associado da
GYAN (Rede Global de Ação Juvenil), leu o então recém-lançado Projeto do Milênio, avaliou que o relatório – que propõe um plano de ação que engloba a participação do governo e da sociedade civil em prol dos
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - não levava em conta a importância dos jovens para o cumprimento das Metas da ONU.