O manejo florestal sustentável para pequenas propriedades está ajudando famílias do estado do Acre a complementar sua renda. As famílias desenvolvem projetos de manejo florestal, onde exploram madeira e produzem carvão, a partir dos restos deixados na retirada de madeira cerrada ou pelas derrubadas feitas para formar roçados.
A soja, que desperta a ira dos ambientalistas pela esmagadora expansão de suas variedades transgênicas, soma uma nova acusação: pressionar as florestas amazônicas brasileiras. Embora os cultivos dessa oleaginosa não substituam diretamente áreas de mata da Amazônia, sua expansão em zonas próximas eleva o preço da terra e "empurra" outras atividades menos rentáveis que avançam sobre a mata, como a pecuária, explicou Roberto Smeraldi, coordenador da organização não-governamental Amigos da Terra-Amazônia Brasileira.
Aproveitando a participação dos Ashaninka em Brasília no lançamento do documentário "O Divisor que nos Une", a Associação Apiwtxa (que representa a tribo indígena Ashaninka) e a Universidade de Brasília (UnB), com o apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) e da Comissão Pró-Índio do Acre (CPI Acre), promoveram a Semana Ashaninka Apiwtxa.
Depois de esgotar as reservas de madeiras de lei na região próxima à fronteira, madeireiros peruanos estão invadindo o território brasileiro e desmatando porções da Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, no Acre.