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Nesse sábado (9), a cidade de Campos do Jordão (SP) tornou-se mais uma Cidade Amiga da Amazônia. O município paulista é o 12º a aderir ao programa da organização ambientalista Greenpeace que procura utilizar o poder de compra das prefeituras para favorecer o comércio legal de madeira. Os prefeitos aderem ao programa se comprometem aprovar leis que obriguem o poder público local comprar apenas produtos madeireiros de origem comprovada.
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O governo do Estado vai demarcar as terras de 13 etnias indígenas instaladas às proximidades dos municípios de Santarém, Aveiro e Belterra, no oeste paraense. A providência servirá para coibir a ação de madeireiros que costumam invadir essas áreas. O anúncio foi feito na segunda-feira (4) pelo governador Simão Jatene em audiência com lideranças indígenas, no Palácio dos Despachos. Os índios denunciaram que estão sendo ameaçados de morte pelos madeireiros.
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As rodovias estaduais e federais ainda hoje são o grande vetor do desmatamento no sul do Amazonas – embora haja ramais clandestinos na floresta, eles partem de estradas oficiais. A afirmação é do estudo Reflexos e Tendências do Desmatamento no sul do Amazonas, realizado pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) em Manaus. A partir do levantamento do desmatamento nos doze municípios do sul do estado, realizado pela Divisão de Análise Ambiental (Damb), vinte profissionais multidisciplinares trabalharam durante três meses com cruzamento de dados para elaborar um cenário dos diversos fatores que influenciam a destruição da natureza. Os dados da pesquisa inédita foram repassados com exclusividade à Radiobras.
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Durante sua participação na audiência pública promovida hoje (29) pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou que até 2007 o governo pretende gastar um total de R$ 390 milhões em ações para o combate ao desmatamento na Amazônia.
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Os oito países da bacia amazônica - Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela - iniciam nesta semana um esforço para harmonizar as suas legislações sobre propriedade intelectual nos casos de recursos genéticos e de conhecimentos tradicionais.
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“Cada um tem que olhar para o próprio rabo para falar dos outros”, alfinetou nessa segunda-feira (20) o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi (PPS), em resposta às críticas que vem recebendo do senador Antero Paes de Barros e do ex-governador Dante de Oliveira, ambos do PSDB, no campo da conservação ambiental. Dante e Antero foram derrotados por Maggi nas eleições de 2002 e planejam, nas eleições do ano que vem, retomar a condução da política mato-grossense.
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O Governo do Amapá desenvolve um projeto para implantar um corredor de biodiversidade no estado com a colaboração de diversas organizações parceiras. O objetivo é criar uma série de unidades de uso sustentável que, somadas às UCs - Unidades de Conservação já existentes no estado, alcançariam cerca de 80% da área do Amapá.
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O interventor do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Mato Grosso, procurador federal Elielson Ayres de Souza, defendeu no início da noite desta terça-feira (14/06) ser favorável à moratória do desmatamento no estado do Mato Grosso, por pelo menos seis meses. Ele participou da audiência pública sobre a Operação Curupira, da Polícia Federal (PF), na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Biopirataria, que ouviu várias pessoas, entre as quais o presidente do IBAMA, Marcus Barros, e confirmou que continua apurando outras fraudes de menor extensão envolvendo funcionários do Instituto no Mato Grosso.
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O debate sobre o desmatamento da Floresta Amazônica está míope, segundo pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), uma ONG sediada em Belém (PA). Para eles, os dados globais sobre a perda de vegetação impressionam mas falta saber exatamente onde e quanto há de desmatamento ilegal, para poder direcionar o combate.
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Foi liberado nesta terça-feira (7) o diretor de Florestas do Ibama, Antônio Carlos Hummel, preso na última quinta durante a chamada Operação Curupira – investigação que uniu Polícia Federal, Ibama e Ministério do Meio Ambiente para desbaratar um esquema de corrupção e falsificação de documentos para favorecer a extração ilegal de madeira na Amazônia. A prisão preventiva foi revogada pela Justiça a pedido do procurador da República Mário Lúcio Avelar, o mesmo que havia solicitado a prisão do diretor.
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A CPI da Biopirataria vai ouvir 13 pessoas sobre o esquema de corrupção e falsificação de documentos desbaratado semana passada durante a chamada Operação Curupira. O requerimento que convoca 11 dos acusados de envolvimento no esquema além do governados de Mato Grosso, Blairo Maggi, e o presidente do Ibama, Marcus Barros, de autoria do deputado Sarney Filho (PV-MA), foi aprovado ontem (7) e ainda não tem data marcada.
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Em depoimento prestado nesta segunda-feira (6) à superintendência da PF, em Cuiabá (MT), o ex-gerente do Ibama no Mato Grosso, Hugo José Scheuer Werle, negou sua participação no esquema de falsificação de guias de Autorizações de Transporte de Produtos Florestais (ATFPs) no Estado. "Todo o dinheiro que estão falando que eu ganhei ilicitamente foi ganho com muito suor durante os meus 18 anos de trabalho", afirmou.
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No dia 19 passado, o Ambientebrasil publicou matéria falando sobre o anúncio do secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, José Goldemberg, segundo o qual o Estado iria editar um decreto exigindo o uso de madeira legalizada em obras públicas. Na ocasião, o jornalista Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra, teceu duras críticas à medida, diminuindo seu valor. “Se o Governo quisesse fazer algo diferente, tinha que exigir a madeira certificada”, disse então.
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Em um discurso duro, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou neste domingo (5) que a apuração do esquema de corrupção envolvendo funcionários do Ibama, políticos do PT matogrossense e madeireiras será apurado até o fim, ainda que isso signifique "cortar a própria carne" do governo e do PT. Ela disse que a Operação Curupira, deflagrada na semana passada pela Polícia Federal, "cortou a cabeça" do esquema, mas deixou claro não ter ilusões que o problema esteja resolvido.
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Os produtores rurais de Roraima fecharam nesta quinta-feira (2) a BR-174, estrada que liga Boa Vista (RR) a Manaus (AM) e ao restante do Brasil. Mobilizados com máquinas agrícolas e carretas, os arrozeiros, produtores de carne e soja passaram o dia a 25 quilômetros ao sul de Boa Vista impedindo o tráfego. Este foi o primeiro protesto depois da homologação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, assinada pelo presidente Lula em 17 de abril.
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