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Amazônia


  08/11/2004
Prefeitos de diversas cidades do país como Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) responderam positivamente quanto a adesão ao programa Cidade Amiga da Amazônia. O programa, criado pelo Greenpeace, tem como objetivo criar leis municipais que proíbam a compra de madeira amazônica de origem criminosa. Estima-se que cerca de 80% da madeira ilegalmente extraída da região seja consumida pelas regiões Sudeste e Sul do Brasil.
  05/11/2004
Considerados estratégicos, 20 municípios do Pará, situados na parte setentrional (norte), começaram a ter cobertura militar oriundas de Belém, do sul do Estado, de Manaus, Recife, de Garanhuns (interior pernambucano), de Goiânia e de Natal, capital potiguar.
  04/11/2004
A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados promove, no próximo dia 17 de novembro, audiência pública sobre “Criação de órgão de fomento para produção e uso de energias renováveis”. O tema será debatido às 10h, no plenário 15, do anexo 2, da Casa.
  20/10/2004
O manejo florestal sustentável para pequenas propriedades está ajudando famílias do estado do Acre a complementar sua renda. As famílias desenvolvem projetos de manejo florestal, onde exploram madeira e produzem carvão, a partir dos restos deixados na retirada de madeira cerrada ou pelas derrubadas feitas para formar roçados.
A Câmara vai analisar o Projeto de Decreto Legislativo 1389/04, do deputado Almir Moura (PL-RJ), que propõe a realização de um plebiscito nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso sobre a possibilidade de tornar os estados da região amazônica em territórios federais.
  18/10/2004
Criado pelo Ibama para dar suporte a projetos de desenvolvimento sustentável na região da várzea amazônica, o Programa de Apoio ao Manejo dos Recursos Naturais da Várzea (ProVárzea/Ibama) terá sua vida prolongada por dois anos. De acordo com o planejamento original, o ProVárzea teria duração de aproximadamente 5 anos (iniciado em 2000, o programa seria encerrado em meados de 2005), mas, devido a avaliação positiva sobre o impacto obtido, as atividades serão continuadas até o final de 2007.
A soja, que desperta a ira dos ambientalistas pela esmagadora expansão de suas variedades transgênicas, soma uma nova acusação: pressionar as florestas amazônicas brasileiras. Embora os cultivos dessa oleaginosa não substituam diretamente áreas de mata da Amazônia, sua expansão em zonas próximas eleva o preço da terra e "empurra" outras atividades menos rentáveis que avançam sobre a mata, como a pecuária, explicou Roberto Smeraldi, coordenador da organização não-governamental Amigos da Terra-Amazônia Brasileira.
  15/10/2004
A Rede GTA (Grupo de Trabalho Amazônico) realizou entre 20 e 22 de julhode 2004, em São Luís do Maranhão, sua reunião semestral do ConselhoDeliberativo. (...) A Amazônia ocupa, no Brasil, mais da metade do território nacional. Suasfunções para o clima e a diversidade biológica do mundo geram alertasdiante de taxas de desmatamento que superam 23 mil quilômetros quadradosa cada ano. No entanto, as comunidades locais, indígenas e tradicionais são lesadas e ficam com os danos ambientais e econômicos dessadestruição.
  14/10/2004
Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o embaixador inglês da Grã Bretanha no Brasil afirmou que "entre as prioridades da Inglaterra na cooperação bilateral está a criação de um programa de incentivo à plantação de soja na Amazônia com certificado ‘verde’”. A Grã-Bretanha quer ajudar a deter a degradação da floresta pela expansão da fronteira agrícola, financiando e apoiando os produtores que cumprirem os requisitos para a plantação de soja "forest-friendly" (amigável à floresta).
De outubro a dezembro, a oferta de fretes rodoviários escasseia na capital do Amazonas por força da demanda do Natal e Ano Novo. Na cabotagem - o transporte de cargas entre os portos -, a situação não é diferente.
Este documento foi escrito pelos índios Mebengokrè, do tronco Kayapó, em 2 de agosto de 2004 e publicado pelos seus representates (segundo eles próprios): o Instituto Raoni e a Associação Ipren-Re. O manifesto torna explicita a falta de informação dos indígenas sobre o processo de licenciamento da BR-163 e o Plano BR-163 Sustentável. Os Mebengorè, assim como outras tribos indígenas Kayapó e os índios Paraná estão na área de influência direta da rodovia.

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