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As agências de assistência emergencial da ONU reafirmaram ontem (13) a necessidade de manter os esforços mundiais para evitar uma “segunda onda de mortes” provocada pelo alastramento de doenças epidêmicas entre as populações atingidas pelo tsunami que devastou a costa do Oceano Índico no último dia 26.
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Um novo sistema de alertas contra tsunamis pode estar pronto no Oceano Índico até a metade do próximo ano. A afirmação partiu do o diretor-geral da Unesco, Koichiro Matsuura, durante a Conferencia Internacional das Ilhas Maurício, onde estão sendo debatidos os desafios enfrentados pelos Estados que são ilhas de pequeno porte.
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Um planejamento ambientalmente adequado do litoral, com a preservação dos recifes de coral e manguezais, poderia ter salvado muitas vidas nos países atingidos pelo maremoto de 26 de dezembro. A afirmação partiu da ambientalista WWF, que propôs a reconstrução "verde" da costa como uma medida importante para minimizar o impacto de futuras catástrofes.
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O número de vítimas em desastres naturais que dobrou entre as décadas de 90 e de 70, a afirmação vem de um relatório que será apresentado pela ONU durante a Conferência Mundial para a Redução de Desastres Naturais, que acontece de 18 a 22 deste mês em Kobe, Japão. A vulnerabilidade da população de países pobres e a ausência de sistemas de alerta eficazes são apontadas como as principais causas.
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As ondas que mataram mais de 155 mil pessoas na Ásia não dizimaram povos nativos que habitam as ilhas do arquipélago de Andaman e Nicobar, Índia. Os Grandes Andamaneses, Onges, Sentineleses, Jawaras e Shompens se refugiaram nas florestas e partes altas de seus territórios e puderam sobreviver à catástrofe. O risco a que estas tribos estão submetidas nesse momento é o de falta de água e comida em razão da inundação de boa parte das florestas. Também se teme a possibilidade de uma epidemia de cólera.
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João Martins, fellow do Pronord 2004 e Coordenador Regional da CARE Piauí, relata as atividades da CARE nos países atingidos pela Tsunami.
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No fim da noite de 25 de dezembro um terremoto submarino, ocorrido nas proximidades da Ilha de Sumatra (Indonésia), desencadeou a tsunami que varreu a maior parte da costa do Oceano Índico. Em poucas horas a tal aldeia global se reunia em torno da televisão para, em transe, assistir à imagens que procuravam sintetizar a destruição provocada pela a imensa massa d’água.
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