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No início do século XXI, nossa sociedade enfrenta a desanimadora perspectiva de uma interminável crise urbana, conseqüência de um modelo irracional de ocupação do espaço, agravada por uma política econômica recessiva e insensível às necessidades e aspirações da maioria da população.
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Em seu mais recente artigo Henrique Rattner faz uma análise histórica da questão ambiental nas últimas três décadas.
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A revista The Economist, em seu número de 22/01/05, traz um artigo interessante e polêmico sobre a Responsabilidade Social das Empresas (RSE). Segundo seu autor, não caberia às empresas envolverem-se em obras sociais, assistenciais ou filantrópicas que devem ficar ao encargo do poder público em seus diferentes níveis.
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Um dos setores mais discutidos e polêmicos da economia brasileira nesses últimos anos é o de geração e distribuição de energia. Economistas, administradores e homens de negócios se esmeram nas análises e cálculos de custo/benefício ou de rentabilidade de empreendimentos perfeitamente legítimos no regime de mercado em que o objetivo central é o lucro no prazo mais curto e com o mínimo de risco. Quais critérios de análise e avaliação deveriam ser considerados no setor de energia?
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Vários leitores, ao comentarem o texto Economia Solidária - Por que?, apontaram para os aspectos aparentemente positivos e as vantagens hipotéticas da concorrência e da competitividade entre empresas e também entre nações.
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Sossegue, leitor, não se trata de uma resenha ou crítica literária do célebre romance de Fjodor M. Dostojewski, publicado na segunda metade do século XIX. A associação surgiu por ocasião da leitura de uma notícia na Folha de S. Paulo sobre o desabamento de um prédio de moradia matando cinqüenta pessoas no Cairo, Egito.
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A comparação entre os dois países impõe-se como um exercício crítico dos caminhos e estratégias de desenvolvimento seguidos pelas duas sociedades nos últimos vinte e cinco anos. A visita recente do presidente da China, Hu Jintao, à Brasília, DF, na segunda metade de novembro de 2004, enseja a oportunidade de uma avaliação comparativa da situação e das perspectivas dos dois países nesse limiar do século 21.
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Vivemos o apogeu da expansão voraz do capitalismo dos oligopólios, dos conglomerados e da especulação financeira, cuja penetração subverte todas as relações político-culturais e contamina corações e mentes de jovens e adultos; homens e mulheres; trabalhadores e intelectuais; e, sobretudo, dos homens de negócios. No contexto de uma era marcada pela marcha vitoriosa da economia de mercado, qual seria a relevância do discurso e da prática de uma economia solidária?
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A palavra progresso não tem nenhum
sentido enquanto ainda existirem
crianças infelizes –
Albert Einstein
O progresso técnico seria a resposta aos males de nossa sociedade? O presente texto procura contribuir para o debate sobre os prováveis impactos de inovações tecnológicas nos diferentes setores do complexo sistema social, econômico e político que caracterizam as sociedades contemporâneas.
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Vários leitores têm reagido aos meus textos. Criticado a visão, segundo eles, excessivamente pessimista de minhas análises e previsões. Afinal, assim argumentam, a economia mundial e a brasileira estão crescendo, ciência e tecnologia estão avançando e o regime democrático estaria se fortalecendo, na América Latina e, também, na África.
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