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O “Velho Chico” atravessa o milênio em meio a debates e disputas em torno do projeto de transposição. A seguir, uma série de artigos, reportagens e links para ajudar você a se informar e posicionar nessa questão.


Grupos do Pronord 2004 apresentam pré-projetos


De 29 de agosto a 3 de setembro acontece, em Maceió (AL), o Seminário “Projetos: Comunicação e Gestão”. Essa é 3ª etapa presencial do Pronord 2004, iniciativa da firmada entre ABDL e Fundação Kellogg para o fortalecimento da sociedade civil no Nordeste brasileiro. O programa de formação é dirigido a grupos interinstitucionais visando o planejamento e gerenciamento integrado de ações capazes de promover o desenvolvimento sustentável local. Ao todo 4 grupos (dos estados de Alagoas, Paraíba, Piauí e Sergipe) estão passando pelas capacitações.

De forma geral, o Pronord 2004 é orientado por um processo contínuo ao longo do qual os grupos deverão incorporar novos aportes na construção de um projeto de intervenção local. A cada seminário os grupos participantes são apresentados a novos conteúdos e metodologias que podem ser incorporados nos trabalhos que estes realizam no nível local. Essas atividades desenvolvidas pelos grupos no período entre os seminários são acompanhadas através de atividades à distância planejadas pela equipe ABDL. Isso permite uma melhor integração entre a formação e os desafios enfrentados.

Este é um momento central no programa, quando os grupos começam a apresentar os resultados do processo de planejamento que está transformando suas propostas iniciais em projetos mais bem definidos. Entre o 2º e o 3º seminário cada grupo desenvolveu uma série atividades planejamento interno e de mobilização participativa daqueles atores identificados previamente pelos grupos como os mais relevantes na concepção dos projetos. Para financiar tais atividades, o Pronord 2004 previa um fundo de projetos, no valor de R$ 5 mil para cada grupo, que pode ser acessado à partir do final do último seminário.

Os resultados de tais diálogos com a população local – obtidos através da metodologia do Diagnóstico Rápido Participativo – foram sistematizadas pelos grupos durante a redação de seus respectivos pré-projetos. Também foram produzidos documentos chamados “Diários de Bordo”, espécie de relatório de todas as atividades desenvolvidas. “Com a comparação desses dois produtos gerados pelos grupos, queremos nos certificar que toda a riqueza existente processo de planejamento participativo que eles estão desenvolvendo em suas regiões esteja presente nos projetos”, sintetiza Clarissa Magalhães, Coordenara de Formação da ABDL.

27 de Agosto, 2004
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