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Liderança, Sustentabilidade e o Futuro da Amazônia
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O Seminário
A turma 10 do LEAD Brasil, o coordenador executivo da ABDL, Andrés Falconer, a coordenadora de formação, Clarissa Magalhães, o estagiário da ABDL, Cristiano Lafetá, e o convidado do LEAD México, Santiago Lorenzo Alonso estiveram reunidos para o 4º seminário nacional, em Manaus e Silves (AM), debatendo e construindo propostas dentro do tema Liderança, Sustentabilidade e o Futuro da Amazônia. Os painéis foram pensados de forma que vários dos assuntos relacionados à questão amazônica fossem contemplados.
O seminário começou no sábado, dia 27 de novembro, com um momento da turma com a ABDL. Foram propostas maneira de encerrarmos o evento e dadas informações importantes, além das devidas apresentações. As linhas gerais do Pronord 2004 também foram apresentadas, para que o grupo pudesse ter uma noção dos novos programas ABDL. Os participantes da turma 10 que elaboraram conjuntamente o seminário fizeram uma retrospectiva do seu processo de construção como um todo e também dos painéis pelos quais cada um ficou responsável:
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Cássio Noronha Inglês de Souza, antropólogo que trabalha no Programa Demonstrativo dos Povos Indígenas (PDPI), falou da questão indígena e da visita de campo;
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André Fernando Muggiati Monteiro, jornalista que trabalha no Greenpeace, na Amazônia, falou do painel sobre a dimensão internacional e de sua preocupação em relação aos palestrantes ainda não confirmados. O painel foi bem sucedido;
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Larissa Barbosa da Costa, que trabalha no WWF Brasil, comentou sobre a visita a Silves (que acabou sendo o ponto alto), de como a comunidade está fazendo a gestão dos recursos naturais e da existência de problemas.
Depois disso, cada um falou das expectativas em relação a este encontro, além de um relato de como chegaram até aqui. Todos expuseram suas frustrações em relação aos membros faltantes (Adriana Marques, Ana Paula Spolidoro Queiroz, Cécil Roberto de Barros, Deborah Stucchi, Hélio Maltz e Terezinha de Jesus Soares Santos).
À tarde, no mesmo dia, a secretária de estado da Ciência e Tecnologia do Amazonas, Marilena Corrêa da Silva Freitas, que tem uma carreira acadêmica no campo das Ciências Sociais, apresentou um panorama da Amazônia.
Domingo foi o dia da visita de campo ao Igarapé do Mindu, que contou com o valioso apoio de Jaime Kuck, arquiteto urbanista, Marcos Roberto Pinheiro, Zootecnista e Cláudia Stainer, agrônoma, que sabiam realmente do que estavam falando. Vários pontos do Igarapé foram visitados. O grupo passou por invasões e palafitas, soube da péssima política publica para tratar o assunto, foi a um condomínio bem legal e a bairros bem pobres. Terminou a visita no Parque Municipal do Mindu, onde foram recebidos pela diretora do parque, Vanusa da Silva Pereira, que os levou pelas trilhas. Ver um recurso hídrico poluído, cheio de espuma e péssimo cheiro dentro de um parque foi chocante. Houve até a presença um jacaré pequeno, o que causou dó do bicho.
Depois, a turma foi almoçar em um restaurante flutuante no Rio Negro, onde nadaram e comeram muito bem. Um espetáculo da natureza é o encontro das águas do Solimões com o Rio Negro. Sobre esse dia, o fellow T10 Roberto Luiz do Carmo screveu o seguinte relato:
Manaus é uma “clareira na floresta”, segundo uma de nossas palestrantes.
A princípio, poderia se pensar que a proximidade da floresta poderia determinar condições específicas, de integração e condições de vida de boa qualidade.
Entretanto, o que pudemos apreender do painel realizado no domingo pela manhã e da visita de campo realizada no restante do dia, Manaus sofre dos mesmos problemas das grandes cidades brasileiras.
Os dados secundários permitem que tenhamos uma idéia de como é a situação do saneamento da cidade. Entretanto, a vivência, o conhecimento “pé-no-chão” permitiu que tivéssemos uma idéia melhor do significado da falta de saneamento, da falta de condições mínimas para a sobrevivência digna. Nesse sentido, o painel e a visita foram perfeitos: permitiram que tomássemos contato direto com os problemas. Jaime Kuck, Marcos Roberto Pinheiro e Cláudia Stainer foram os interlocutores do domingo, mostrando os diversos ângulos da cidade de Manaus.
As mesmas questões que ameaçam a vida das pessoas também afetam o ambiente. Afinal, sociedade e ambiente compõem um mesmo sistema. Assim, o esgoto despejado diretamente nos cursos d’água praticamente inviabilizam a sobrevivência de seres vivos nos igarapés antigamente piscosos da capital amazonense. Da mesma forma, o lixo, presente em toda parte, possibilita apenas a proliferação de vetores, e de urubus, que fazem parte da paisagem das cidades da Região Norte, e chocam os visitantes de primeira viagem.
Assim, acompanhar o Igarapé do Mindu em vários pontos de seu trajeto trouxe à mente situações como aquelas que conhecemos no M´Boi Mirim, na Região Metropolitana de são Paulo. A poluição e a contaminação são as mesmas.
É interessante salientar, e a discussão com nossos convidados evidenciou isso, que os processos sociais que condicionam a expansão urbana são os mesmos encontrados em outras grandes cidades brasileiras. O papel central é exercido pelo capital imobiliário especulativo, que direciona os eixos de expansão urbana.
Na lógica do capital imobiliário não há espaço para consideração das questões ambientais, que envolvem considerar as ações e interferências no longo prazo. Com isso, a ameaça às áreas de mananciais é constante, como acontece nas outras grandes cidades brasileiras. No caso de Manaus, a expansão urbana ameaça também áreas florestais importantes, que abrigam espécimes endêmicos de primatas, como o Sauim de Coleira.
Manaus tem suas especificidades, como cidade industrial, que concentra metade da população estadual, e recebe cerca de 90% dos investimentos realizados no estado, conforme nos foi dito. A Zona Franca é um elemento que incorpora ainda mais complexidade à discussão sobre a cidade.
A seguir apresento algumas fotos, que valem mais do que as palavras para a descrição das situações que citamos acima.
Na segunda pela manhã o grupo foi ao mercado comprar coisas para o jantar indígena na mesma noite. À tarde, foi realizado o painel A questão indígena e as alternativas de futuro, com os indígenas Rosimeire Arapasso, professora e líder de um movimento de mulheres indígenas e Gergen Luciano Baniwa, antropólogo. Além deles, o indigenista Silvio Cavuscens e o antropólogo Fábio Vaz Ribeiro de Almeida completaram a mesa.
A festa indígena na casa do fellow T10 e morador de Manaus Cássio Inglês de Souza foi bem legal. O tal do Aluá, um fermentado de abacaxi, deixou todo mundo no clima. Peixe, tapioca e aluá: uma mistura bombástica! Teve até dança, indígena, claro!!!
A terça-feira começou com o painel A dimensão internacional da Amazônia, com o General Villas Bôas, chefe do Estado Maior do Comando Militar da Amazônia e Carlos Rittl, do Greenpeace. Sobre este painel, segue o texto do André Muggiati, fellow T10 que focou responsável por ele:
O general fez uma extensa apresentação sobre a geopolítica da região amazônica. Para ele, o processo de integração sul-americano tem a região como umcentro necessário. Depois, ele falou sobre ameaças externas e internas. O que mais causou estranhamento na turma foi o fato de ele considerar as ONG como uma ameaça, com o mesmo status, por exemplo, do tráfico de drogas.
Alguns slides dele também chamaram a atenção, como aquele com o lema do Exército: “Braço forte, mão amiga”. Teve um outro que ele passou rapidinho, sem comentar: “Construir sempre, destruir se for preciso”.
Por fim, o general falou sobre os postos do Exército na fronteira e sobre o relacionamento com comunidade sindígenas, o que nos fez lembrar do painel do dia anterior, sobre povos indígenas, em que a questão surgiu sob a ótica inversa.
Já quando o Carlos começou a sua apresentação, falando sobre a campanha do Greenpeace contra a exploração do mogno, o convidado do general o interrompeu com a seguinte pergunta: “se todo o mogno existente fosse extinto, deixasse de existir, que diferença isso faria para a minha vida? As pessoas iriam ficar doentes, nascer aleijadas, alguma coisa assim? Se o mogno fosse extinto, não faria diferença alguma”. Carlos respondeu dizendo que a exploração predatória do mogno tem, sim, consequências dramáticas sobre a vida das pessoas que vivem na floresta. Como a coisa se encaminhasse para um debate tenso entre os dois, interrompi o velho e disse que, ao final, haveria espaço para perguntas.
O Carlos apresentou o trabalho do Greenpeace na região e apontou que a chamada internacionalização da Amazônia já está em curso, com a presença de diversas empresas transnacionais explorando os recursos naturais da região.
À tarde, o grupo seguiu em direção a Silves. A estrada, por incrível que pareça, era muito melhor que várias outras do sudeste brasileiro. Muitos sítios no caminho e pouca floresta alta, como imaginava ser a Amazônia. A turma parou em uma cidadezinha chamada Rio Preto da Eva, onde comeu tapioca com queijo. Difícil foi achar a saída (ramal de terra) que os levaria até os barcos que os esperavam. As indicações eram as melhores: "são duas pontes sobre o Rio Urubu, depois da segunda ponte, a uns 80 km/h, são mais dez minutos até o segundo ramal à esquerda (que nos levaria até o local onde nos esperavam os barcos), um pouco antes tem um bar, do lado direito, chamado Charles Brown e, do lado esquerdo, uma casinha com uma mangueira na porta”. Vale dizer que já era noite. Mas acharam os barcos, ou voadeiras como são chamadas por lá. Trata-se de um barquinho de casco chato com motor de popa de 40hp, sem qualquer cobertura e cujos bancos eram da altura da proteção lateral. Uma aventura pelo lago Canaçari, ou seria Rio Urubu?
A primeira visão de Silves é linda. A cidadezinha, numa ilha, toda iluminada por luzinhas coloridas, uma igrejinha colonial bem conservada e bandeirinhas em homenagem à santa padroeira da cidade e do estado do Amazonas, cujo dia se comemora por aqueles dias, segundo informou o falante Roberto. É que, quando chegaram, uma parte foi na kombi direto para a pousada. Rodrigo, Santiago e Cristiano ficaram para a próxima viagem. Enquanto esperavam, tomaram uma cervejinha e foi aí que o Roberto, um associado da ASPAC (Associação Proteção Ambiental do Canaçari), os abordou.
A pousada é bem arrumadinha e equipada. Linda!!!
Quarta-feira, pela manhã, os associados da ASPAC contaram a história da organização, sua atuação e seus desafios. O projeto é realmente sensacional! Depois, o grupo foi à AVIVE, uma associação de mulheres silvenses que produz sabonetes, perfumes, incensos e outros cheiros com paus, folhas e sementes da floresta amazônica. Outro projeto bem bacana e que os fez pensar muito sobre direitos comerciais e ambientais. À tarde, visitaram o lago de preservação permanente do Purema, onde a ASPAC mantém um observatório flutuante. Fizeram uma pequena caminhada na mata. Viram muitos peixes saltitantes e dezenas de jacarés. Um deles se exibia com um peixão na boca. Ah!... na ida um dos barcos trombou num jacaré e quase virou. O barqueiro chegou a cair na água.
Quinta foi o dia do fechamento do seminário. Pela manhã, a turma fez o exercício da linha da vida, onde todos desenharam sua trajetória desde a seleção para o programa até aquele dia, contanto da vida profissional e pessoal e os pontos de intercessão com o LEAD. Foram levantadas questões sobre o programa e sugerido que a turma escrevesse textos sobre os painéis deste encontro. À tarde, Andrés Falconer falou um pouco sobre o LEAD 2005 e abriu ao comentário de todos. Também foi feita a dinâmica do "Que bom! Que pena! Que tal?", quando os participantes colocaram em tarjetas sugestões, criticas e elogios ao evento na Amazônia (veja o resultado abaixo). À noite, o grupo foi a um pic-nic numa praia ali perto, com a presença de moradores locais e várias crianças. Foi muito legal a interação. Ao final, estavam todos cantando musicas infantis à luz da fogueira.
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Que Bom...
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Que Pena...
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Que Tal?...
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que o seminário foi simples e denso
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que vários não puderam vir
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continuarmos em contato (com as comunidades)
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que tive uma visão sistêmica da “Amazônia”
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que não vamos mais nos encontrar todos juntos
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marcarmos um reencontro?
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verlos trabalhar na Amazonia y estar
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Márcio Souza não pôde participar da abertura
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combinarmos o trabalho em rede
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que o general tenha vindo
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que não conseguimos realizar o painel sobre biopirataria
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o seminário foi nota 1000
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o painel sobre povos indígenas
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a falta de membros da turma
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conhecemos uma boa parte do que é diversidade Amazônica
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que o amigo do general tenha vindo
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tempo curto (1 semana)
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precisamos nos manter unidos
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terminar o lead abrigado no aspac
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que não estavam todos e todas
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... si vienen pronto a México...
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estar na amazônia
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não conseguimos estar todos juntos
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involucrar a LEAD en el apoyo a los global commons;
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conhecer a realidade amazônica
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que ainda é difícil ser criativo full time
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marcarmos um encontro futuro
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viver na amazônia
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venir sozinho
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que tal trabalharmos juntos?
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avaliar o lead 10
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no ir a encontro biopitateria
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a ABDL pensar num programa/ atividade para a Amazônia
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poder estar com a querida turma 10
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ser el ultimo encontro LEAD
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mais informação pré-seminário
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apoio direto ao trabalho das “comunidades” (pousada, mulheres)
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não falar português
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um retorno sobre a visita de campo
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que o Santiago (convidado do LEAD México) veio
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a ausência de parte do grupo
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que o processo de confirmação dos painéis seja de responsabilidade da ABDL (previamente)
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que pude conhecer um pouco mais a Amazônia de um perspectiva diferente
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pouco tempo para a avaliação
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encontrar meus amigos mais uma vez
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a T10 não estava completa
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conhecer experiências positivas como as de Silves
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mais mexicanos poderiam estar aqui
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Santiago veio
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que pena qua acabou!
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poder receber todo o povo em nossa casa e que o Aluá (fermentado indígena de abacaxi) estava bom! (o Cássio recebeu a turma na sua casa para um jantar indígena)
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não vimos nenhum sauim de coleira
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conhecer realidades que não conhecia (Mindu e Silves)
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envolvimento de várias pessoas da turma na organização + tema
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ritmo do seminário combinou qualidade sem estresse
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clima de confraternização
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que boa escolha de visita de campo!
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tudo deu certo, apesar dos inúmeros imprevistos
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relaxado sem ser escrachado
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Parceiros |
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